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O Coordenador Estadual do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Promotor de Justiça Wilson Paulo Mendonça Neto, participou do 3º Encontro Técnico da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). O evento ocorreu entre os dias 26 e 28 de agosto em Curitiba e foi promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, pelo Ministério Público do Paraná e pela Polícia Civil do estado. 

Foram debatidas estratégias de combate ao crime organizado, tendo como foco a articulação entre os órgãos para uma atuação integrada. O Delegado de Polícia Gustavo Kremer, que atua junto à Coordenação Estadual do GAECO, também participou. 

Para o Coordenador do GAECO, o encontro foi de grande relevância por contribuir para a formação de uma rede sólida entre os órgãos envolvidos, especialmente a Polícia Civil e os Ministérios Públicos estaduais. A integração, destaca Wilson Paulo Mendonça Neto, fortalece a troca de informações e a articulação interinstitucional, ampliando a capacidade de resposta no enfrentamento à criminalidade organizada. 

Post"Integração" 

"Por isso, é fundamental a integração entre as Polícias e o Ministério Público para enfrentar com mais firmeza a criminalidade organizada. É justamente em ambientes como este que se compartilham conhecimentos, desafios e inovações, com foco na melhoria das boas práticas de persecução penal", declarou o Coordenador do GAECO catarinense. Para ele, a presença de integrantes do Poder Judiciário de todo o Brasil, que atuam diretamente em varas especializadas no combate ao crime organizado, reforçou ainda mais a relevância do encontro. 

Membros do Ministério Público de todo o país, magistrados, delegados de polícia, especialistas e profissionais da segurança pública de todo o país se reuniram. Entre os temas discutidos estiveram assuntos estratégicos como cadeia de custódia e vestígios digitais, uso da inteligência artificial na persecução penal, recuperação de ativos e gestão patrimonial, criptoativos e criminalidade econômica, operações interagências e redes colaborativas, além de parcerias com instituições bancárias e plataformas digitais voltadas à investigação criminal.